Forças Armadas dos EUA no Japão rejeitam culpa por propagação da ômicron

As Forças Armadas dos Estados Unidos no Japão, consultadas pela NHK, disseram ver pouco benefício em atribuir culpa quanto a uma eventual existência de vínculo entre a propagação do coronavírus em suas bases militares e o contágio em áreas próximas.

A opinião foi expressa em questionário entregue por solicitação da NHK. A consulta foi feita porque houve um aumento repentino no número de casos da Covid-19 em áreas nas quais estão localizadas bases, incluindo as províncias de Okinawa e Yamaguchi.

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Desde setembro, as Forças Armadas americanas afrouxaram várias restrições antes impostas contra a Covid, deixando, por exemplo, de exigir de seus militares a realização de exame anterior à chegada no Japão. O relaxamento violou acordo que havia sido feito com autoridades japonesas.

Diz a resposta à consulta: “As Forças Armadas dos Estados Unidos no Japão revisam e atualizam continuamente suas medidas de proteção à saúde da forma necessária e com base nos dados científicos mais recentes.” Prossegue: “Não renunciamos ao compromisso de proteger a saúde de quem trabalha conosco.”

Algumas pessoas sugeriram a existência de um possível vínculo entre o aumento no número de casos da Covid-19 em áreas próximas de bases militares americanas no Japão e concentrações de contágios em suas instalações. As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram: “Há pouco benefício em atribuir culpa na presente pandemia global porque a Covid-19 não exerce discriminação.”

A resposta diz ainda: “A elevada contagiosidade da mais recente variante do coronavírus, a ômicron, tem feito aumentar a quantidade de casos da Covid-19 em todo o mundo, mesmo em áreas remotas, como a Antártica, por exemplo, nas quais são aplicados exames e exigências de quarentena rigorosos.”

 

Fonte: NHK