José Aldo é nocauteado no UFC 251 e fica sem cinturão

© Reprodução/UFC Twitter José Aldo é nocauteado por Ptr Yan no UFC 251 e fica sem cinturão.

José Aldo é nocauteado no UFC 251 e fica sem cinturão; reconhece superioridade do adversário

Entrando como azarão na luta pelo cinturão vago do peso-galo no UFC 251, na “Ilha da Luta”, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes, José Aldo não resistiu ao russo Petr Yan e foi nocauteado aos 3min24s do quinto round após uma série de fortes golpes sofridos no chão.

Assim, o brasileiro, que recentemente se colocou entre os três melhores da história do UFC, não conseguiu cumprir a promessa de trazer o cinturão e perdeu a oportunidade de se tornar o oitavo lutador da história do Ultimate a ser campeão em duas categorias de pesos diferentes.

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O ex-campeão do peso-pena teve bons momentos no combate e chances para vencer, mas não foi páreo diante da agressividade e do bom preparo físico do oponente russo. Depois de quatro rounds equilibrados, o que desmontou o “Campeão do Povo” foi um duro golpe de esquerda sofrido no quinto assalto. Cansado, ele sofreu golpes de forma consecutiva no chão até que a luta foi interrompida, decretando o nocaute técnico e vitória de Petr Yan, que segue invicto e engatou o sétimo triunfo seguido.

O evento também teria outro brasileiro lutando pelo cinturão, mas Gilbert Durinho recebeu diagnóstico positivo para o coronavírus e foi afastado. Ele foi substituído por Jorge Masvidal, que foi facilmente derrotado por nigeriano Kamaru Usman. O nigeriano venceu por decisão unânime (50-45, 50-45 e 49-46) e permaneceu com o cinturão dos meio-médios.

Na outra disputa de cinturão da noite, o australiano Alexander Volkanovski superou o americano Max Holloway por decisão dividida (48-47, 47-48 e 48-47), no co-evento principal e manteve o título do peso-pena.

Em mensagem postada em sua conta no Instagram, Aldo reconheceu a superioridade do oponente e pediu empatia aos fãs. De acordo com o relato, o brasileiro garantiu estar no auge da forma e do treinamento para a disputa do título vago dos galos (61 kg). No entanto, derrotas fazem parte da caminhada de qualquer esportista.

“Eu dei o meu máximo nessa luta, dei o máximo e o melhor nos treinos, dei o meu máximo na minha alimentação, mesmo em tempos de pandemia eu batalhei pelo o que eu queria, mas infelizmente não deu. Ninguém mais do que eu queria muito esse cinturão, queria muito fazer história, mas o meu adversário se saiu melhor ontem e ele tem os seus méritos.

Mas as pessoas tendem a carregar a ideia de um mundo perfeito e esquecem que perder uma batalha não te torna capaz de humilhar e muito menos descartar o outro. Empatia é se colocar sempre no lugar do outro. Eu voltarei muito mais forte do que já sou. A minha gratidão fica para minha equipe Nova União, aos meus amigos, fãs e minha família a quem dedico o meu melhor todos os dias”, finalizou.

Aos 33 anos, Aldo acumula três derrotas seguidas no octógono. Ex-campeão dos penas, o manauara desceu de categoria e fez duas apresentações entre os galos, sendo superado por Marlon Moraes por pontos e nocauteado por Petr Yan.

Fonte: MSN/Agfight