Rússia ataca porto ucraniano logo após acordo que possibilitaria o reinício das exportações de grãos pela Ucrânia

Um acordo para reinício das exportações de grãos pela Ucrânia foi posto em dúvida depois que a Rússia atacou um porto no sul da Ucrânia.

O Ministério da Defesa da Rússia afirma que o exército do país tomou controle de toda a região de Luhansk, leste do país, e continua intensos ataques para colocar sob controle a região vizinha de Donetsk.

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O Instituto de Estudos sobre Guerras, um instituto de pesquisas norte-americano, afirmou no sábado que as forças russas continuavam com ataques limitados por terra a leste de Siversk, na região de Donetsk.

Também no sábado, a Ucrânia afirmou que a Rússia atacou com mísseis o porto de Odessa, no sul do país, causando ferimentos e destruindo a infraestrutura.

O ataque aconteceu um dia após as partes em conflito terem assinado um acordo para reiniciar as exportações de grãos sob a mediação das Nações Unidas e Turquia.

Um porta-voz do Ministério da Defesa russo afirmou que o ataque destruiu um armazém que guardava mísseis antinavios Harpoon fornecidos pelos Estados Unidos.

A Rússia está intensificando os esforços para tornar sua posse das regiões leste e sul da Ucrânia um fato consumado.

Na região de Zaporizhzhia, no sudeste do país, um membro veterano de um grupo pró-Rússia disse à agência de notícias russa que uma pessoa enviada por Moscou se tornou o chefe de polícia da região. O membro também deu indicações de que o grupo iria pedir à Rússia para posicionar tropas permanentemente no futuro.

O Ministério da Defesa britânico rejeitou no domingo a reivindicação do ministro das Relações Exteriores russo Sergey Lavrov de que a Rússia tinha expandido a dimensão do que ele define como sendo uma operação militar especial além de Luhansk e Donetsk.

O Ministério afirmou em seu relatório de atualização das informações que “a Rússia não ‘expandiu’ sua guerra; manter o controle por longo prazo dessas áreas era quase certamente um objetivo original da invasão”.

 

Fonte: (Via NHK)