Tecnologia do futuro: biochips implantados no corpo substituirão cartões de crédito

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Tecnologia do futuro: biochips implantados no corpo substituirão cartões de crédito

Você sabe o que são biochips? É um chip pequeno, do tamanho de um grão de arroz, que é implantado debaixo da pele. Ele funcionará como um cartão de crédito, uma forma de autenticação de identidade, e um local que armazenará informações de saúde.

Nos últimos anos, a tecnologia do biochip tem avançado sem chamar a atenção, devido a algumas polêmicas envolvendo pessoas religiosas. No entanto, especialistas acreditam, que em breve, ele será a nova febre tecnológica mundial.

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Os biochips também estão com preços mais baixos, do que em seu início de desenvolvimento. Eles podem ser implantados em hubs de tecnologia e até em estúdios de piercing, especializados em mudanças corporais. Os valores vão de US$30 até US$250. O preço determina o tipo de tecnologia do chip e o nível de segurança.

O implante leva cerca de 20 minutos, e, normalmente, fica localizado entre o polegar e o dedo indicador. Até hoje, não houveram casos de reação ao objeto. Mas, é necessário cuidar da região perfurada, pois uma má higiene pode levar a uma infecção. O chip não tem data de validade, durando até depois da morte do usuário. Além disso, não há possibilidade de parar de funcionar.

Usos

Além do uso do chip como um cartão de créditos invisível, o aparelho, segundo seus desenvolvedores, trará benefícios para a segurança e saúde das pessoas. Não haverá mais necessidade de carregar seus cartões. Além disso, você poderá armazenar dados pessoais nele.

Os chips podem conter informações de saúde do usuário, assim, em casos de emergência, basta aproximar um smartphone da mão da pessoa “chipada”, para saber sobre: doenças, alergias e tipo sanguíneo.

Outro uso, seria o proposto pelo SESI-SP, em parceria com o Grupo New Space, que planeja desenvolver uma forma de conectar postes com os chips implantados, para ajudar cadeirantes em travessias.

Fonte: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/01/09/biochips-ainda-sao-promessa-de-futuro-conectado/